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ESSE EU TIVE EM VINIL

Digressões de um apaixonado por música

MERCENÁRIAS – Cadê as Armas

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The House of Love (The House of Love, 1988)

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Fresh Fruit for Rotting Vegetables (Dead Kennedys, 1980)

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Isn’t Anything é um clássico e como tal, apesar das décadas, permanece intocado pelo tempo Minha obsessão por músicas com guitarras barulhentas se iniciou no início dos anos 90 com um punhado de discos que aos poucos foram se assentando na minha pequena mas adorada coleção de vinis: ‘Psychocandy’ (Jesus and Mary Chain), ‘Sister’ (Sonic …

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Entro na Loja de discos Aky Discos (ou seria A Modinha?). – Pois não?! Pergunta o vendedor. – Tem disco do Echo and the Bunnymen? – Quem? – Echo and The Bunnymen. Repito. Ele pede que o acompanhe. Vamos até outro vendedor e o primeiro vendedor pede que eu repita a pergunta. – Disco do …

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“Apesar de subestimado, um dos preferidos da casa” Algum leitor atento que acompanha essa seção poderá reclamar que todos os discos aqui comentados são dos anos 80, e terá razão. Mas também não tenho culpa, 90% dos meus vinis foram lançados nessa década. Além disso, foi nessa década que descobri o rock’n’roll, os Smiths, o …

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Um belo dia de 1989 meu amigo Ângelo chegou todo empolgado com esse disco em mãos, havia recém comprado na Muzak e estava muito entusiasmado com o que tinha ouvido. Não demorou a fazermos uma audição “coletiva” do disco, fato comum naquela época, pois não bastava comprar e ouvir sozinho, tinha que ouvir também com …

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Por volta de 1988 ou 1989, numa de minhas idas rotineiras ao saudoso Cabaret Voltaire, me deparei com uma música absurdamente original que me fez pensar: “que linha de baixo maravilhosamente simples e genial é esta? (rolava ‘Bone Machine’ na velha vitrola). Que banda do cacete é essa, que mistura inglês com espanhol?! Isso é …

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“Fear of Music e o fim do ‘medo’ do Talking Heads” Odiei Talking Heads já de início, mesmo tendo escutado apenas seu álbum de estreia. Como assim? Na época, devido à falta de informações e um preconceito típico de quem começa a descobrir bandas,1977 pra mim estava associado a algo bem específico: punk-rock: Sex Pistols, …

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“MÚSICA PARA UMA VIAGEM INTERIOR” Esse eu tive em vinil e era argentino e estava empenado, conseguido através de mais uma das diversas trocas que fiz na época dos bolachões. Quando lembro de como se iniciou minha “relação” com o DCD, penso que há bandas que corremos atrás e há aquelas que parecem correr atrás …

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A sutileza melódica da guitarra de Vini em seu melhor álbum Conheci o Durutti Column através de uma fita K7 gravada de um vinil por um amigo. Foi amor à primeira vista. Os dedilhados sutis e melodiosos de Vini Reilly, a melancolia evidente das canções – adornadas por aquela voz esquálida -, somado ao clima …

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A perfeita combinação entre barulho e mel Numa tarde de sábado, a cerca de duas décadas atrás, lá estava eu sozinho em casa ouvindo o ‘Psychocandy’, sentado no chão da sala e sem fones de ouvido. Sim, porque certos discos só era possível ouvir com fones de ouvido, pois incomodavam demais meus pais e irmãos, …

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“Quando o New Model Army chegou ao ápice” Feira de Santana, a cidade onde moro, nunca primou por coisas interessantes (entendam isso no sentido geral), em se tratando de lojas de discos nem se fala. Mas entre o fim de 80 e início dos 90 surgiram lojas que trouxeram algumas coisas bastante inusitadas. O “Bend …

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