The Hanged Man, da gélida Suécia, esquenta fãs de boa música



The Hanged Man é um título muito comum para nome de canção e de álbum na história da música. A expressão também é conhecida por muitos como uma das cartas principais do tarô (o enforcado ou o dependurado). Da mesma forma, foi o nome escolhido pela pouco divulgada banda sueca de Estocolmo que tem como líder a vocalista Rebecka Rolfarts (também guitarrista). Os outros integrantes são: Dennis Egberth (bateria), Elias Jungqvist (teclados) e Mattias Gustavsson (baixo). O mais recente trabalho, As The Tower Fells (2020), é um álbum que passa muitas sensações. Transita por diversos gêneros e remete a várias décadas. Tudo nos possibilita a crer que as influências e inspirações são múltiplas. Claro que não pode faltar a tradição da música vinda da Suécia (será fácil se lembrar de alguns conterrâneos). A voz de Rebecka conquista logo de início, o instrumental também não foge à regra: baixo em evidência, guitarra ora calma ora enérgica, teclados que adicionam mais vivacidade em algumas faixas.

Dadas as qualidades e variações da música do grupo, caímos na questãozinha básica subjacente a essa coluna: esse quarteto sueco conseguirá alcançar voos mais altos ou não?

DESTAQUES: “Fall” tem um pop-rock grudento e lembra bastante Cardigans (conterrâneos, pra variar), “Good Dreams” passeia corretamente pela psicodelia 60’s e “I Feel Off” tem guitarras distorcidas e vocal lasso (seria a banda querendo brincar de Sonic Youth?).


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