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ESSE EU TIVE EM VINIL

Digressões de um apaixonado por música

The House of Love (The House of Love, 1988)

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Fresh Fruit for Rotting Vegetables (Dead Kennedys, 1980)

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“De volta aos anos 90 e às tardes melancólicas na ‘casa do amor’” Muitos dos vinis que ouvia na dobradinha fim dos 80/início dos 90 tinha estampado o selo Stiletto, que chegava a ser um sinônimo de música de boa qualidade, boa bandas e álbuns que nenhum outro selo tinha peito para despejar no mercado …

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“O punk rock por um outro prisma” Quando ouvi esse disco do Dead Kennedys pela primeira vez o que pensei de pronto foi: há muito mais do que três acordes na música desses caras, as letras e atitudes conectam com o “do it yourself”, mas esses caras incorporam de forma surpreendente uma série de outras …

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Ao longo da vida passamos pelas mais variadas situações, adquirimos traumas, acumulamos experiências, e tentamos tirar um aprendizado de tudo isso para que possamos evoluir como pessoa, ou nos tornarmos melhor, ou nos conhecermos melhor. Olhar para dentro de si pode trazer à tona uma série de sentimentos e pensamentos que nem todos estão dispostos …

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“Quanto mais barulhento melhor” As guitarras barulhentas do Sonic Youth, JAMC e MBV já haviam preparado meus tímpanos adequadamente para todo e qualquer tipo de barulho que viesse a seguir, então o “encontro” com a banda de Leeds aconteceu de forma tranquila, gerando paixão à primeira vista, mesmo tendo seu cartão de visita o nome …

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“A vida e sua montanha russa de sentimentos” Até aqui tenho comentado sobre discos que foram uma espécie de pilar na minha formação musical, muitos deles reconhecidamente influentes na vida de muitas outras pessoas e na história da música. Mas nem só de standards era feita minha pequena discografia. Entre eles, lá estavam diversos álbuns …

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“Canções oníricas para embalar momentos diversos” Nos idos de 1989, apesar de muito falados por aqui através da revista Bizz, pouco ou nada chegava até a nós dos escoceses do Cocteau Twins. Uma entrevista e uma matéria publicada pela revista nos tentavam a ir à busca de algo da banda urgentemente. Precisava conhecê-los. Como a …

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“Fina aura melancólica perpassa Technique, o ápice na carreira do New Order” Saber que eram remanescentes do Joy Division e que faziam música com elementos de eletrônica era o suficiente para que tivesse antipatia ao New Order. Não queria saber de sua música, nunca havia escutado mas não gostava. Não poderia jamais gostar de uma …

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“Melancolia juvenil capitaneada pela poesia de Morrissey” Algum conhecido de um conhecido de um colega de sala havia achado perdido num ônibus interestadual quatro discos dos Smiths. Esse colega de sala conseguiu emprestado os discos e gravou em fita K7, na casa de um tio de um outro colega de sala. Infelizmente não pude participar …

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“Incompreendido por estar muito à frente de seu tempo, O Ápice permanece um dos grandes discos do rock BR80” Em uma de minhas idas ao saudoso e já comentado Cabaret Voltaire, loja de discos e ponto de encontro de jovens em busca de algo mais além do que tocava nas rádios FM’s, vislumbrei na parede, …

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Isn’t Anything é um clássico e como tal, apesar das décadas, permanece intocado pelo tempo Minha obsessão por músicas com guitarras barulhentas se iniciou no início dos anos 90 com um punhado de discos que aos poucos foram se assentando na minha pequena mas adorada coleção de vinis: ‘Psychocandy’ (Jesus and Mary Chain), ‘Sister’ (Sonic …

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